Mídia paga, site, rastreamento, conteúdo e automação — com todos os números lidos direto das plataformas em 26 de agosto de 2026.
Duas máquinas rodando ao mesmo tempo: uma de volume, que enche o WhatsApp de conversa barata, e uma de qualificação, no ar desde 30 de julho, que entrega gente com a dor mapeada.
Barras em escala real — a altura é proporcional ao valor.
E o lead do Google chega com região da dor, tempo, tratamentos já tentados e plano de saúde preenchidos.
contra R$ 363 por dia no Meta. O canal mais eficiente é o que recebe menos verba — e o teto dele não foi testado.
As oito campanhas com entrega nos 90 dias, cada uma com o resultado que foi contratada para gerar.
A “Número Novo” levou R$ 10.813 — um terço da verba — e paga quase 4× mais caro por conversa que a GRAZI, com o pior CTR da conta (1,09%).
é o que a 0004 · GRAZI paga pela mesma conversa — com CTR de 4,84%.
Nem toda mídia serve para converter. Os de topo entregam alcance e clique barato; os de fundo, conversa. Comparar os dois pela mesma métrica é injusto — abaixo, cada um pelo que foi contratado para fazer.
O topo está indo bem e custa pouco: R$ 4,9 mil dos 90 dias compraram 16,5 mil visitas de perfil, 34 mil vídeos assistidos até o fim e 88 mil engajamentos. Não se cobra lead daqui.
O AN- 08 não é topo — está otimizado para conversa, como todos desta coluna. Trouxe 351 conversas, mas a R$ 20,77 cada: 4× o melhor da conta, com o pior CTR (0,97%). É aí que está o desperdício, não no alcance.
O primeiro foi contratado para engajar; o segundo, para gerar conversa. Ambos entregaram — e é por isso que não faz sentido cobrar a mesma coisa dos dois.
Rodou como engajamento e cumpriu: 86 mil interações a um centavo cada. Não se cobra lead daqui — é o vídeo que apresenta o médico a quem nunca o viu.
Rodou como mensagem e é o melhor da conta: 409 conversas a R$ 5,23 e 163 contatos. Os 169 comentários são gente dizendo onde dói.
A mesma verba percorre dois caminhos: um largo e raso, outro estreito e fundo.
das impressões chegam ao site. De 2,13 milhões de pessoas impactadas, 488 abriram a página.
de quem começa o quiz termina as dez etapas. O gargalo não é o quiz — é o tráfego que nunca chega até ele.
No ar desde 30 de julho. Cada lead chega com a dor mapeada e o histórico de tratamento já registrado.
Barras proporcionais ao que cada grupo já gastou, em média, em tratamentos que não resolveram.
é quanto quadril e ombro gastaram a mais que coluna e joelho — com o maior score de qualificação. Nenhuma campanha separa por região hoje.
26 declararam plano de saúde. Perfil de convênio bem definido para a recepção trabalhar.
À esquerda, quem preencheu o quiz (38 leads). À direita, quem visitou o site (391 pessoas em 28 dias).
Os 11 leads de outras cidades de Minas têm score 72,5 e já gastaram R$ 7.105 cada — contra 63,6 e R$ 5.129 de Divinópolis.
Betim e Belo Horizonte somam 96 visitantes — e são justamente as cidades excluídas na campanha do Google. Vêm do Meta, e Betim fica 3 segundos na página. É o vazamento geográfico do Meta.
é o que essas 38 pessoas já gastaram em tratamentos que não resolveram a dor delas.
Média de R$ 5.639 por pessoa — e a projeção é de mais R$ 6.093 cada uma nos próximos 24 meses, se nada mudar.
Não é um lead frio pedindo preço. É alguém que já tentou de tudo, sabe quanto isso custou e está procurando quem resolva.
Conta 757-362-3074 · R$ 297,33 investidos em agosto, todo o gasto da janela de 90 dias.
Três em cada quatro assistem ao vídeo, a R$ 0,01 por visualização — a forma mais barata de construir autoridade no projeto.
leads do quiz vieram do Google — com R$ 297 investidos, depois de a conta ficar parada de janeiro a julho.
“Por que a dor volta mesmo com remédio e fisioterapia” — publicado em 24 de agosto, promovido pela campanha de vídeo do Google Ads.
Uma capa com 40% de clique e 80% de retenção é raro. O vídeo custou R$ 59 em mídia e é hoje o ativo de autoridade mais eficiente do projeto — mas 99,8% das visualizações vieram de anúncio, não de busca. O canal ainda não tem tração própria.
Dados das páginas nos últimos 28 dias (29/07 a 25/08). Escopo diferente das campanhas: aqui é a página inteira, não só o anúncio.
O conteúdo alcança gente nova o tempo todo. É captação, não relacionamento com a base.
contra 145 mil de um único anúncio. E o tráfego social orgânico para o site foi zero sessão na última semana. Todo o alcance é comprado.
Não é um problema da página — é uma campanha que nunca saiu do papel. É a ação de menor custo e maior retorno da lista.
Comentários reais das últimas 24 horas no criativo do mapa da dor. Cada número é a região onde a pessoa sente dor.
A pessoa acabou de dizer exatamente onde dói — e a resposta joga ela num WhatsApp cru, onde essa informação se perde e a secretária começa do zero.
Apontar a resposta para o quiz, com a região já preenchida. O paciente chega ao WhatsApp com dor mapeada, tempo, tratamentos tentados e plano de saúde — como os 38 que já vieram por lá.
Os dois primeiros não pedem verba nova: um libera dinheiro, o outro o realoca para onde já está funcionando.